*Ressuscitando meu blog (praticamente nem utilizado) para escrever um "pequeno" texto especial...*
Pois
é... e depois de nove meses (quase o período de uma gestação rsrs)
acabou!
A
Oficina de Teatro, realizada pelo grupo “A Ordem do Caos”, que começou no dia
03 de Março deste ano, se encerrou - pra mim, pra valer mesmo no domingo,
15 de dezembro, com as considerações finais do senhor diretor Wellington Dias.
Nove
meses que não foram fáceis, e engraçado que quando você comenta com alguém que
esta fazendo uma oficina de teatro, a maioria diz: “ah, mas teatro é fácil, é tranquilo”
e coisas deste tipo, mas dizendo por mim: NÃO, não é fácil! Talvez porque esta
oficina tenha assim, um “detalhezinho” diferente – não conheço e nunca fiz
outros cursos de teatro e/ou similares, mas pelo que você escuta aqui, lê por
ali, muitos priorizam mais a “parte técnica”. Já esta oficina que eu fiz,
percebi que se trabalha mais a “parte humana”... Bem como estava escrito na
matéria sobre a inscrição para a oficina:
"O desenvolvimento da Oficina em 2013 será o
"Teatro de Alma", que é o teatro existente em cada um. O lado humano,
o reencontro com o seu eu e a descoberta de novos sentidos".
E você,
de certa forma, passa a se conhecer melhor e isso não é uma coisa fácil.
Preparados
para ler um “pequeno” relato???
Então
senta que lá vem história........
Ainda
no final de 2012 eu tinha decidido fazer aulas de teatro em 2013, eu não sabia
a diferença entre curso e oficina de teatro, então estava procurando por
cursos, nem procurei cursos gratuitos, queria um que trabalhasse com a
desinibição e em uma destas buscas, encontrei uma matéria, dizendo que fazer
teatro era bom para quem queria perder a timidez e no final da matéria tinha o
site do grupo “A Ordem do Caos”, e sabe quando você lê algo e aquilo te provoca
um arrepio pelo corpo todo? Ou quando você fica com aquela sensação de
que uma coisa, que você nem conhece, vai te fazer bem? Foi isso que senti
quando vi o site. Entrei li sobre a história do grupo, sobre o trabalho deles,
vi que era gratuita, percebi também que eles tinham uma página no Facebook,
entrei, curti a página e li uma coisa lá que me encantou e foi nesse momento
que decidi: “quero fazer as aulas desta oficina”. O que eu li? Isto:
“Buscamos um teatro que acreditamos que todos um
dia fizeram. Um teatro feito com a alegria...
Uma alegria de criança quando
brinca...
Transformando tudo à sua volta em fantasia...
Um sonho, uma vida.
Um
TEATRO DE ALMA”.
![]() |
| "A Ordem do Caos" - um grupo de pessoas especias...! |
Eu
tinha um objetivo quando decidi fazer uma oficina de teatro e que não era
atuar, nem ser atriz, nada disso. Queria resolver um problema que carrego
comigo desde os quatro anos e que nunca ficou “curado” por completo, mesmo
passando por psicólogos. Achei que o teatro seria minha última solução. E foi,
mas em parte. Eu entrei querendo resolver algo que eu achava que era complicado
e durante estes meses, ao invés de eliminar este problema, eu descobri que
tinha outro problema, que era algo bem mais complicado e que isso era o que me
atrapalhava de verdade. E não o tal problema que eu carreguei comigo por anos.
Tá,
sei que parece meio complicado isso, mas eu sou assim: complicada com tudo!
O que
foi que aconteceu durante esta oficina, é que eu fui aprendendo a me conhecer
melhor, a entender o que me irritava, o que me fazia bem, o que me
entristecia... A entender os meus medos, meus bloqueios, barreiras e limites. E
isso, repito, não é fácil. Isso dói. Sim, dói, aprender a se conhecer, sem
máscaras, sem falsas ideias, dói e se você não tiver força suficiente pra
aguentar essa dor, você surta. É, surtos... Durantes estes nove meses eu tive
vários, que quase me enlouqueceram.
Os
primeiros meses (março e abril) foram tranquilos, a turma ainda era grande e os
exercícios eram coletivos, todos juntos... Mas em quase todas as aulas, tinha
sim os famosos "discursos" do senhor diretor e que, quase sempre,
tinha algo que me deixava irritada, mas é aquela velha história: "se a
carapuça servir...", pois é, várias vezes "me serviu", no começo
eu não entendia bem porque me irritava tanto com as coisas que ele falava... Com
o tempo é que fui percebendo o por que.
"Zonas
de conforto", quem nunca ouviu essas palavras? Eu já escutei algumas vezes
sim, mas nunca dei tanta importância a elas ou parei pra pensar nas minhas
zonas de conforto, só que este ano não teve como não pensar: esta oficina
também fez isso, foi lá "me cutucar" no meu "cantinho
confortável". E quando isso começou a acontecer, ai que o bicho pegou. Ai
começaram as minhas "crises existenciais", meus "confrontos
pessoais"... As longas conversas em pensamento comigo mesmo e até
conversas "faladas", onde eu ficava feito uma louca, falando alto e
sozinha, brigando comigo.
A
partir de maio, a coisa foi "apertando", começaram os exercícios de
improviso e, por mais vontade que eu tivesse de ir lá, tentar fazer, eu não
conseguia de jeito nenhum e isso me frustrava demais, não ter a coragem
suficiente de levantar, de arriscar fazer, sei que pode parecer medo ou
desculpa para não ir, mas é que ninguém sabe realmente o que se passava dentro
de mim, era como se uma força maior me segurasse e não me deixasse levantar,
como se eu batesse em uma parede, juro que era isto que eu sentia e eu ficava
muito mal quando isso acontecia. O pior era ouvir, sempre e sempre, o
"senhor diretor" falando: "perde
quem não faz" , aquilo me incomodava muito. Ou quando não era apenas
esta frase, mas sim um verdadeiro falatório, bem daqueles que me deixavam
tremendo de raiva, nossa... Quantas e quantas vezes eu ficava olhando pra ele,
enquanto ele falava, e ia xingando-o mentalmente ou em outras vezes, me via
voando no pescoço dele ou sentando a mão na cara dele... Teve até uma vez que
eu me irritei tanto, mas tanto que apertei tão forte as minhas mãos, de punhos
fechados, que minhas unhas chegaram a cortar a pele da palma da minha mão e
olha que eu tenho unhas curtas...
Quantos
domingos eu não sai chorando ou bufando de raiva daquele local... mas depois,
quando eu me acalmava e pensava melhor em tudo que ele tinha dito, eu entendia
que, se eu me irritei é porque aquilo que foi dito era algo em mim que eu
precisava mudar. E foi assim, entre momentos felizes e momentos de muita raiva,
que eu fui me conhecendo melhor.
Pensei
sim em desistir, não foram tantaaas vezes assim também não, acho que foram três
vezes apenas: a primeira foi logo depois que os exercícios de improviso
começaram e eu não consegui fazer, passava aula após aula e nada e eu pensava
que não teria mais jeito, que seria melhor parar por ali porque eu já estava
sofrendo muito. Mas uma conversa com o meu monitor afastou esta ideia da minha
cabeça. A segunda foi logo que o meu grupo recebeu o texto para a peça do final
do ano; quando comecei a ler o texto, me desesperei, bateu um medo, um frio na
barriga, um tudo de apavorante e eu estava realmente em dúvida se deveria
continuar ou não. E quem me ajudou nesta vez foi o diretor, com uma conversa
rápida, direta e objetiva e com doses de “cutucadas” na sua zona de conforto,
bem ao estilo “Wellington Dias” de dizer as coisas. E a última, faltando apenas
três semanas para o dia da apresentação, eu quis jogar tudo para o alto, mas
desta vez não foi medo ou coisa parecida, foi um forte desanimo que bateu em
mim, desanimo com o andamento do meu grupo e outras coisinhas à toa, que
passaram logo depois que eu vi as primeiras apresentações dos meus colegas.
E
tinha outra coisa que também afastava de mim a ideia de querer desistir, algo
que o diretor me disse duas vezes, uma pessoalmente, quando eu estava em dúvida
se continuava ou não e em outra vez, mas por mensagem, quando ele estava me
fazendo um desafio. O que ele disse? Bem isso aqui: “vai fugir, como sempre fez,
com tudo na sua vida?”... isso sim incomoda muito e essa frase nunca saiu da
minha cabeça. Eu não queria mais fugir de nada, logo, não poderia desistir.
Eu
não podia desistir porque tudo o que estava acontecendo era para o meu bem,
sempre foi, por mais que, em alguns momentos doesse muito – e como doeu – era importante
para eu levar esta oficina até o fim. Como li em uma frase, poucos dias antes
da apresentação: “Vai doer porque é
importante”. E não tem confronto mais difícil do que aquele que você luta
consigo mesmo, com seus monstros pessoais... porque ali é só você e eles, não
tem como alguém entrar dentro da sua consciência e te ajudar nesta batalha,
porque ela esta acontecendo naquele lugar que apenas você consegue chegar e
mais ninguém... Você pode ter ajuda externa, de outras pessoas, enquanto se
preparar para esta luta, buscando as “armas” necessárias, mas na hora do “vamos
ver” pra valer, é só você. E dói...
Como
eu já tinha certos problemas, de anos e anos acumulados e meus monstros estavam
enormes (e cresceram também por culpa minha, que os “alimentei” desnecessariamente,
era “confortável” me colocar em uma posição de “coitadinha”, de “ah eu tenho um
problema por isso sou assim”, sabe? Este foi o meu grande erro). Foi uma luta
de “forças desiguais”, algo que deixaria muita gente louca... E eu surtei, tive
meus momentos de “loucura” e, por um breve, muito breve instante, até pensei em
fazer uma “besteira” com a minha vida, mas para isso eu sou covarde demais,
ainda bem. Só que logo depois deste surto maior, eu tive um maravilhoso reforço
espiritual, uma semana no paraíso e voltei com forças renovadas para continuar
a batalha, que estava próxima do fim. Nesta batalha eu me feri, me feri muito, e
também feri (mesmo sem querer) outras pessoas que estavam me ajudando... mas no
final, eu consegui.
Venci
uma pequena batalha, mas ainda não ganhei a guerra... ainda existem monstros
cercando algumas barreiras que preciso quebrar. A barreira inicial, que me
impedia de penetrar no intimo do meu ser, para que eu pudesse me conhecer
realmente, essa eu consegui derrubar, a custa de muito esforço, choros, “gritos
silenciosos”, mas também com muitos sorrisos, momentos alegres e com o carinho
e o amor de pessoas especiais... essa batalha não teve só coisa ruim, não
mesmo... coisas boas tiveram aos montes, me diverti muito também... senão seria
uma vitória sem sentido, sem alegria, sem motivos pra comemorar se tudo fosse
apenas dor.
Ah
sim, tenho que comentar também sobre a apresentação da peça... No começo da
oficina, quando soube que iríamos apresentar uma peça no final da oficina, eu
achava que seria o suficiente para eliminar o meu bloqueio... pois sim, um
grande engano ou uma “doce ilusão” da minha parte pensar que em apenas noves
meses eu resolveria um problema de mais de 25 anos... Não, isso é algo que leva
tempo, leva anos até e não meses... O mais importante desta oficina, para mim,
foi algo que nem era o meu objetivo e que eu nem imaginava que precisava tanto,
que foi o fato de ter me conhecido melhor, de verdade mesmo, não aquele “falso
conhecimento”, aquilo que você “acha que é”...
Eu
também acredito que não consegui captar bem a ideia da oficina, durante estes
meses, apesar de o diretor ter explicado várias vezes... Eu não entrei “fundo”
na coisa do Teatro de Alma, por mais que aquelas palavras tenham balançado
tanto meus sentimentos... eu não entrei fundo na coisa de relaxar, de “me
permitir”, de brincar mais, eu até quis, mas eu travava... talvez fosse também
as preocupações com outras coisas e também o fato de que eu ainda estava um
pouco assustada por estar me conhecendo, que não “me permiti” tanto assim como
deveria... E eu só percebi isso no final, quando vi meus colegas se
apresentando e quando vi que não tinha motivos para me preocupar... mas o
nervosismo antes da apresentação foi inevitável.
Antes
de assistir as primeiras apresentações, eu estava um pouco desanimada com meu
grupo, mas este desanimo, graças a Deus, passou... Um domingo antes da nossa
apresentação, o nosso monitor disse para lermos, todos os dias, o texto da
peça, várias vezes. Mas eu não fiz isso... eu até que estava segura com relação
ao texto, minha preocupação maior era a questão da voz e o medo de travar bem
em cima do palco... então, para não ficar preocupada a toa, eu procurei não
pensar na peça, ou nas poucas vezes que pensei, eu focava o pensamento no
seguinte: “é só uma brincadeira, e vai dar tudo certo... já deu tudo certo e eu
vou me divertir”... e ajudou, pelo menos até chegar no dia. Não teve como não
ficar nervosa, conforme a hora ia passando, o frio na barriga aumentava...
aumentou mais depois de já estar com o figurino e com as contagens de minutos
do diretor... o “grito” final com todos juntos, em cima do palco, faltando 5
minutos pra começar a peça foi mágico! Por um breve segundo, aquilo me
tranquilizou...
Outra coisa que serviu para me acalmar também foi o leve toque
do diretor na minha nuca e olhar no olho dele e escutar ele falando: “calma,
respira”... até agora, quando me lembro deste momento, eu sinto uma sensação
tranquilizante (e até certa vontade de chorar – olhos lacrimejando). Eu ainda
estava preocupada com o lance da voz, mas o meu monitor disse que ele estaria
em um canto do palco e o diretor no outro, fazendo sinais se caso precisasse
aumentar a voz. De inicio pensei que ficaria mais nervosa se ficasse olhando
para eles, mas não, muito pelo contrário, vê-los ali nos dois cantos do palco,
nos observando, foi o que me tranquilizou lá em cima. Vez ou outra, eu
procurava dar uma olhada para um ou para o outro...
Segundos antes de entrar no palco, minha vontade era de sair correndo, de
gritar, de chorar, de tudo, menos entrar lá (risos)... mas seria ridículo se eu
fizesse isso, seria jogar nove meses no lixo, eu não podia fazer isso com meus
colegas do grupo, eu não podia fazer isso comigo... entrar no palco era romper
mais um limite que eu ainda tinha (mesmo tendo passado pela experiência de
estar em cima do palco, lendo um conto erótico cheio de detalhes picantes, no
final de setembro, para os meus colegas estudantes, não era a mesma coisa de
apresentar aquela peça, com muito mais pessoas te observando)...
E eu
fui lá... nervosa, suando mais do que nunca, mas fui... durante alguns
instantes, nas cenas, eu senti uma leve tranquilidade, mas ainda acredito que
não me soltei o suficiente, eu poderia ter relaxado mais, “brincado” mais, me “permitido”
mais... inclusive poderia ter improvisado uma coisa que nem estava no texto,
logo quando fui sentar e tinham revistas na cadeira e estava tudo uma
bagunça... na hora, talvez por conta do nervoso, eu não pensei... mas depois,
relembrando os momentos das cenas, eu percebi esse detalhe e deixei passar...
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| Minha participação na peça "Eu nunca toquei você" |
Uma
coisa eu tenho que admitir: cara, estar ali no palco, representando, é BOM
DEMAIS!!! É uma sensação mágica, é algo único, é maravilhoso... é tão difícil
até de explicar com palavras, é uma coisa que só da pra saber do que se trata
sentindo na pele mesmo. O pessoal que já tinha passado por isso falava o quanto
era bom, mas mesmo eles falando, não dava pra você ter uma real noção daquela
sensação... tem que experimentar pra saber como é... e eu consegui, eu
experimentei e eu AMEI!!! Tanto que depois que acabou tudo, que passou o
nervoso, que você para pra respirar e tentar entender o que aconteceu, a
primeira coisa que passa na sua cabeça é: “quero fazer outra vez”, de tão bom
que é.
Não sei se todos sentiram isso, mas eu senti... e mesmo depois de quase três
semanas, eu ainda sinto isso, aquela sensação mágica, forte dentro de mim... a “chama”
ainda ta acesa...
Percebi
também que se você realmente relaxar, entrar sem se preocupar se vai errar o
texto, se vai pular alguma coisa, se você entrar de corpo e alma, se você se
permitir, o palco se transforma em um parque de diversões especial! Existe sim
uma magia no palco... agora eu percebo que existi... já escutei vários atores
falando em entrevistas, que fazer televisão (novelas) e filmes é bom, mas que
nada é igual ao prazer de subir em um palco... às vezes eu até achava exagero,
mas não, hoje eu entendo o que eles diziam... É um prazer único!
E
mesmo que eu não tenha entrado de corpo e alma e nem com tanta entrega no
palco, eu consegui sentir essa magia... esse prazer... e fiquei com uma vontade
enorme de fazer tudo de novo, mas um detalhe essencial: vou me permitir mais,
vou me entregar mais...
No
próximo ano tem turma nova, eu posso tentar fazer outra vez, agora que já me
conheço um pouco melhor, que já aprendi a me conhecer... posso me permitir mais
para enfim alcançar o meu objetivo inicial, de me desinibir completamente. O
primeiro passo eu já dei... agora só cabe a mim decidir se volto em 2014, para
não interromper esse processo, afinal tenho que aproveitar que ainda esta tudo
muito “fresco” ou se paro e atraso ainda mais a minha chance de me libertar
completamente e ser feliz...
É, acho
que não vou parar não...
Só
para finalizar, teve uma frase que o diretor falou, certa vez em uma aula da oficina
e que, em outro momento, em um comentário, ele também me escreveu e que nunca
mais saiu da minha cabeça: “Alguns mudam Jaq, outros evoluem...
lembre-se sempre disso”
Essa
frase ficou marcada pra mim, porque até um pouco antes de começar a oficina, eu
tinha aprendido que devemos mudar, que nem todos conseguem mudar... e eu, até
determinado momento, antes da oficina, já tinha mudado um pouco (perto do que
eu era há cinco anos atrás)... mas percebi que só mudar não era o suficiente...
percebi que eu precisava evoluir.
Mas
como evoluir? Eu não sabia... eu não sei... até perguntei a ele: “só não sei se, no momento atual, eu já
estou pronta para evoluir ou se ainda estou em período de mudança” e isso
foi em Agosto... ao que ele me respondeu: “Nunca
sabemos se estamos... esta é a verdade, só acontece.”
Pois
é, só acontece... mas pensando em tudo que aconteceu nestes últimos meses, eu acredito
que eu apenas mudei um pouco mais, não sinto que eu evolui... talvez um leve
início de evolução, mas nada tão significativo. Este ano eu passei por um
processo de mudanças com encaminhamento para a evolução... agora o próximo ano
é o ano de trilhar o caminho da evolução, sei que pode doer até mais do que o
caminho da mudança... é bem mais importante, mas acredito que eu já estou
preparada e com forças suficientes pra enfrentar esse caminho.
EU QUERO ENFRENTAR
esse caminho...
EU QUERO ENCARAR todos os desafios que me aparecerem, porque EU
SOU CAPAZ!
O limite esta além do limite...
E o impossível é apenas uma questão de ponto de vista!
E o impossível é apenas uma questão de ponto de vista!
É,
eu gostei do lance de “me desafiar” a fazer algo... é bom, é motivador... e os
resultados são ótimos!
Que
2014 me traga muitos desafios... Assim como 2013 me trouxe este desafio
inicial, que foi o de entrar em uma oficina de teatro e aprender a me conhecer!
Desafio cumprido (não em 100%, mas cumprido)!
Nos
vemos em 2014, hein!
Firmes, fortes e felizes J !
* Beijos melados e Abraços apertados... ^_^ *


Sensacional Jaq...Parabéns..! Quanta dedicação .. Foi uma satisfação enorme conhecê-la.. Obrigado..!
ResponderExcluirAmei reviver. Bjs
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